
Cuzco está localizada em um vale de clima seco e frio, em uma altitude acima dos 3300 metros, no Peru. Considerada a capital arqueológica da América do Sul, Cuzco guarda vestígios inabaláveis da civilização inca. O nome da cidade vem de Qosq’o que significa “umbigo do mundo”, no dialeto Quéchua. Segunda a lenda, Cuzco surgiu do casal mítico Manco Cópac e Mama Ocllo que a pedido do rei Sol emerge das águas do lago Titica, na Bolívia para fundar a capital.
Hoje a cidade tem cerca de 300 mil habitantes e uma infra-estrutura completa para o turismo. A cidade é aconchegante e preserva algumas construções incas, como templos e fortalezas imponentes. Grande parte das construções do período pré-colombiano foi destruída com a chegada dos colonizadores espanhóis. As principais ruas exibem restos das paredes incas. Os principais monumentos foram construídos sobre os muros da antiga civilização.
A Praça das Armas é um dos principais pontos turísticos e apresenta traços coloniais. O local foi o centro de muitas celebrações e recebe ainda hoje várias cerimônias oficiais. No entorno da praça, os restaurantes e bares embalam a vida noturna da cidade. Próximo à praça localiza-se La Catedral, com seus magníficos altares. A construção da igreja iniciou-se em 1559, mas só foi concluída em meados do século XVII, quase cem anos depois. Uma grande coleção de pinturas enobrece o local. Um dos destaques é o quadro da Santa Ceia em que Judas Iscariotes é retratado com feições semelhantes ao colonizador espanhol Francisco Pizarro. À mesa, o quadro mostra um porquinho da índia, prato típico dos Andes.
As ruínas arqueológicas são as maiores atrações. O Convento de Santo Domingo, por exemplo, foi erguido sobre o templo do rei Sol, Koricancha. A construção aproveitou as estruturas de pedra polida e os muros recobertos de ouro: o que restou do templo. Outra ruína próxima à cidade de Cuzco é a Fortaleza Sacsayhumán. As pedras atingem até sete metros de altura e algumas pesam mais de cem toneladas. Difícil acreditar que as pedras foram deslocadas por três quilômetros para a construção das muralhas. A antiga cidade de Qosq’o tinha o formato de um puma e a cabeça era a Forlaleza de Sacsayhumán. No mês de junho, o local se torna um centro de comemorações da festa do Sol, chamada Inti Raymi.
Conhecida como “fonte da juventude”, as águas do Tampumachay também compõem um sítio arqueológico. No local existe um conjunto de aquedutos esculpidos nas rochas e várias cascatas, que destinavam-se ao culto da água e ao descanso do chefe inca. Existem muitos outros locais que merecem ser contemplados, principalmente por representarem os vestígios de uma população mística e, em partes, ainda desconhecida. Para mergulhar em muita história, apreciando belas paisagens com uma pitada de aventura, venha para Cuzco!
Hoje a cidade tem cerca de 300 mil habitantes e uma infra-estrutura completa para o turismo. A cidade é aconchegante e preserva algumas construções incas, como templos e fortalezas imponentes. Grande parte das construções do período pré-colombiano foi destruída com a chegada dos colonizadores espanhóis. As principais ruas exibem restos das paredes incas. Os principais monumentos foram construídos sobre os muros da antiga civilização.
A Praça das Armas é um dos principais pontos turísticos e apresenta traços coloniais. O local foi o centro de muitas celebrações e recebe ainda hoje várias cerimônias oficiais. No entorno da praça, os restaurantes e bares embalam a vida noturna da cidade. Próximo à praça localiza-se La Catedral, com seus magníficos altares. A construção da igreja iniciou-se em 1559, mas só foi concluída em meados do século XVII, quase cem anos depois. Uma grande coleção de pinturas enobrece o local. Um dos destaques é o quadro da Santa Ceia em que Judas Iscariotes é retratado com feições semelhantes ao colonizador espanhol Francisco Pizarro. À mesa, o quadro mostra um porquinho da índia, prato típico dos Andes.
As ruínas arqueológicas são as maiores atrações. O Convento de Santo Domingo, por exemplo, foi erguido sobre o templo do rei Sol, Koricancha. A construção aproveitou as estruturas de pedra polida e os muros recobertos de ouro: o que restou do templo. Outra ruína próxima à cidade de Cuzco é a Fortaleza Sacsayhumán. As pedras atingem até sete metros de altura e algumas pesam mais de cem toneladas. Difícil acreditar que as pedras foram deslocadas por três quilômetros para a construção das muralhas. A antiga cidade de Qosq’o tinha o formato de um puma e a cabeça era a Forlaleza de Sacsayhumán. No mês de junho, o local se torna um centro de comemorações da festa do Sol, chamada Inti Raymi.
Conhecida como “fonte da juventude”, as águas do Tampumachay também compõem um sítio arqueológico. No local existe um conjunto de aquedutos esculpidos nas rochas e várias cascatas, que destinavam-se ao culto da água e ao descanso do chefe inca. Existem muitos outros locais que merecem ser contemplados, principalmente por representarem os vestígios de uma população mística e, em partes, ainda desconhecida. Para mergulhar em muita história, apreciando belas paisagens com uma pitada de aventura, venha para Cuzco!
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